05/05/2010

Da série, 'Coisas que A Agência Notisa' me envia...


Ostras não devem ser comidas cruas

Estudo afirma que elas podem conter microorganismos nocivos como Vibrio parahaemolyticus.

AGÊNCIA NOTISA - Segundo pesquisa publicada no Brazilian Journal of Infectious Diseases, a ingestão de ostras cruas ou mal cozidas deve ser evitada, pois esses animais contêm naturalmente microorganismos como o Vibrio parahaemolyticus, responsável por gastrenterite. O trabalho é de autoria de Regine Helena Vieira, do Instituto de Ciências Marinhas de Fortaleza (Ceará), e colegas, e foi disponibilizado na primeira edição de 2010.

De acordo com os autores, para colheita de dados, em um mês para cada 12 meses durante o estudo foram selecionadas de 10 a 18 ostras para análise. Após 12 meses, conforme explicam eles, os animais atingiam tamanho comercial e eram vendidos em mercados. Aproximadamente 150 ostras e seus materiais intravalvulares foram examinados pelos pesquisadores.

Pô, e só me avisam isso agora?!?!!?rs

07/04/2010

A chuva nossa de cada dia


Como grande parte da população do Grande Rio, de segunda pra terça, não dormi. Deixei o trabalho no dia 5, mas só cheguei em casa às 9h30 do dia 6. Parados, por sete horas, na Rua Barão de Itapagipe, eu, Mario Brizon e Bruno Vaz, mudávamos o rádio do carro entre estações FM e AM. De vez em quando, notícias do caos e das muitas mortes. Na maioria do tempo, MPB ou JB FM, pra tentar relaxar um pouco.

Imóveis, três jornalistas ilhados sem nada pra fazer, pensamos que as rádios, assim como fazem as televisões e jornais, bem que poderiam adequar sua programação aos acontecimentos nas cidades. Assim, pensamos numa faixa especial, onde a chuva seria a personagem principal das canções, para adequar o clima geral à experiência indescritível daquele inesquecível momento de confraternização.

Assim, foram logo lembradas a clássica Chove Chuva (do Jorge Benjor), a lânguida Chuva de Prata (com Gal Costa), a desbundada Deixa Chover (Guilherme Arantes), a bossanovista Chuvas de Verão (Caetano Veloso), a filosófica Primeiros Erros (Kiko Zambianchi), a 'maysística' Me Chama (Lobão), a voluntariosa Medo da Chuva (Raul Seixas), o axé romântico de Quando a Chuva Passar (Ivete), a 'emaconhada' Sonho Molhado (Gilberto Gil), a 'jovem guardista' O Ritmo da Chuva (Fernanda Takai) e a carnavalesca Chuva, Suor e Cerveja (Caetano, de novo).

Qual delas mais se adequa a sua experiência nesse dia?
Alguém aí lembra de mais alguma?

15/03/2010

Mas os meus cabelos...


"Desculpa, eu falo alto, né? Fiquei aqui com meu marido no celular e todo mundo em volta tava reparando, olhando pra minha cara... Eu sou assim... Não sei ficar falando baixo... Fazer o quê?"
Ok, ok, bem diria o ruivo Nelson Rubens. Uma conversa que começa assim, na fila de um Itaú, no horário de almoço de uma segunda-feira, não pode render lá muita coisa. E tampouco terminar bem. Por qual razão essa praga de taxa dos bombeiros só pode ser paga nesse banco? Me diga aí? E agora? Cadê o soldadinho com a escada magirus pra me resgatar dessa situação de iminente perigo, praticamente uma emergência já declarada?
"Ai, eu não sô daqui, sabe moço? Aqui é Bairro de Fátima, né? Vim pro Centro pra pegar um pagamento. Eu trabalho como modelo, sabe? Faço fotos pra L'oréal!", anuncia, enquanto ajeita os cabelos presos e engordurados...
"Acredita que atrasaram, eu tive que vim pra cá? Nunca estive aqui, primeira vez! Me perdi, uma confusão danada e eles ainda me pagaram com cheque! Agora vou na caixa pra tentar sacar os R$70", discursa a moça, sem que eu tivesse feito uma pergunta sequer. Antes de eu abrir a minha maldita boca, de espantar-me com o visagismo da figura, com o conjunto da obra, ou com o valor exorbitante do cachê, ela partiu pra revelações bem pessoais.
"Vou ter que voltar logo pra Nova Iguaçu! Minha irmã ligou pra ver a filhinha dela. A gente tá brigada. Ela faz pouco caso pra eu ver a garota. E eu arranjei tanta fralda, sabe? Mas aí, ó... (ela bate as costas de uma das mãos na palma da outra, repetidamente). Ela num reconhece, sabe? Mas a menina, de dois meses, nasceu com pobrema no coração. Tá com um pobreminha lá. Gostei dela me ligar... Deve di tá arrependida. Ontem mermo passei mal à beça, no Shopping Grande Rio. O senhor conhece? Já foi lá? Aquela chuva toda, destrataram meu marido na loja... Senti, assim, uma pontada no coração... Ele tentou até me acalmar, falou que é meu sistema, que tá nervoso. Briga com irmã é ruim, né? Eu tenho outro irmão, mas só por parte de pai... Minha mãe morreu, e o pai não se dá com ela... É o gênio difícil... Então, eu, que tenho 29 anos (me parecia uns 35), sô meio que mãe dela, que tem 24. O senhor ouviu? Tá me entendendo?", esbravejava.
As pessoas, que durante a ligação, minutos antes, olhavam somente para minha animada interlocutora, agora fitavam meus olhos de pânico. Ela, que estava atrás de mim na fila, já me acompanhava lado a lado, ombro a ombro. E eu lá, quieto, pacientemente em silêncio. Com fome. Irritado. Bastante envergonhado - quem me conhece, sabe como detesto aparecer, ainda mais em situações críticas como essa. O máximo que me permitia, além de começar a suar frio de incômodo, era balançar a cabeça assertivamente. Como quem, impávido e mudo, assinasse embaixo e concordasse com tudo.
E essa fila que não anda, meu Deus?
Passinho pra frente, e ela junto. Passinho pra trás, ela recua. Mexo nos bolsos, como se estivesse a procurar algo. Aperto uns botões no celular, acessando as mensagens. Envio um SOS? Dou as costas, apoiado pelos cotovelos sobre uma bancada. Tudo inútil. Nada parece abalar ou alterar sua narrativa. E as pessoas da fila riem da minha situação embaraçosa.
"Eu falo muito, né?", desconfia ela...
"Como?!?!?!! Imagina..." Penso eu, enquanto apenas sorrio.
A fila, enfim, anda. Vou pagar a minha conta, enquanto ela rapidamente ataca o sr. atrás de mim.
"Como é que faço pra daqui chegar na Central?"
Ela também é chamada e, lógico, para o guichê bem ao lado do meu. Sou mais rápido, e deixo os boxes antes, pronto para passar pela porta giratória - ah, sim, logo na entrada ela fizera a primeira cena, ao ficar presa! Educadamente, digo neste momento a minha primeira e única palavra nos últimos dez minutos, que para mim passaram em marcha lenta, lentíssima. Ritmo de eternidade.
"Tchau."
"Gostei muito de conversar com você", responde a moça, sem perceber que, em toda a sequência, ela falara sozinha. Executara um monólogo. "Não quer fazer um book? O senhor tem um cabelo tão bonito...", dispara ela, em tom de voz que faz-se perceber em boa parte da agência bancária.
Agradeço e rio. Alguma pessoas riem dela. Outras de mim. Todos, acho, riem de nós dois. Depois, almoçando sozinho, fiquei com vontade de voltar lá e falar uns absurdos pra tal modelo, que inicialmente achei louca, como tantas pessoas que andam diariamente pela Lapa. Naquela altura, já tinha quase certeza de que ela estava é tirando um baita sarro com a minha cara... De pura gozação comigo! Sacaneando meus cabelos a cada dia mais grisalhos. Filha da puta!
Mas... E a parte do book?
E se ela estivesse falando sério?
Será que rola?

08/03/2010

Gracinha!!!


Tia 'Bebe' Camargo voltou à cena em programa especial nesta segunda, no SBT. No palco, para recebê-la, nada mais, nada menos, que Ivete Sangalo, Ney Matogrosso, Maria Rita e Leonardo. Em participações em vídeo, Roberto Carlos e Silvo Santos. Na plateia, estavam de Xuxa a Ana Maria Braga. Gabi de ombros dados com Astrid. A pequena mala prodígio Maysa. Ratinho, Netinho, Moacyr Franco e Celso Portiolli. Jussara Freire e Edney Giovenazzi. Hermano Henning, Cabrini e Carlos Nascimento. Os jurados de Qual é o seu talento? Amilcar, o dono da Rede TV, casado com Daniela Albuquerque! Eliana, devidamente acomodada bem distante de Roberto Justus e esposa, que é pra evitar barraco, que quase rolou! Quem mais conseguiria reunir público de tamanhas estrelas, tão representativas, de emissoras concorrentes?

Há muitos anos li ou ouvi, não sei de quem, que Tia 'Bebe' era a maior apresentadora da tv brasileira. A justificativa, e dela me lembro certeiramente, ao ponto de nunca tê-la esquecido, me pareceu irrefutável. Hebe é a única pessoa que, em qualquer momento, a caminho de seu indefectível sofá, pode dar as costas às câmeras sem que isso cause estranheza, pareça falta de educação ou provoque mudança de canal. No palco, Hebe pode se dar ao luxo de fazer o quiser. Pra ela não valem regras básicas como 'olha pra câmera' ou 'não vire-se'. Ela transcende isso. Ela pode. E faz tudo. A tv, que ajudou a inaugurar nas primeiras transmissões, é seu habitat natural.

A idade começa a pesar, e o tratamento contra o câncer no peritônio dá sinais - tava de peruca. Apesar disso, e da emoção e nervosismo evidentes da apresentadora, o programa transcorreu em bom astral, com comemoração tripla: seu retorno aos estúdios, o aniversário de 81 anos e o Dia Internacional da Mulher. Assim como o Dono do Baú, ela tá meio esclerosada... Ou finge estar - sim, também é boa atriz e cantora bissexta. A 'caduquice', por vezes, parece ótima desculpa pra ela dizer, irresponsavelmente, o que lhe vem à cabeça forçosamente loura. Como se não bastasse o inegável talento, com 'deslumbramentos', 'peruices' e 'malufismos' à parte, Hebe é mesmo uma figura.

É querida do público, e especialmente entre os artistas. Não sem motivos. Ela é gente fina. E muito, muito do bem... Viva a Hebe!

05/03/2010

Foto! Foto! Foto!


As máquinas digitais realmente revolucionaram e baratearam o registro de momentos de festas - pelo menos, as familiares. Mas trouxeram, com elas, um prejuízo. Na imensa maioria dos casos, esses cliques ficam por lá mesmo, frios, armazenados eternamente em um card qualquer. Quase nunca são impressos, ou mesmo enviados em versão digital ao respeitável público interessado. Com seu acervo gigantesco e praticamente intocado há anos, Herval Jr, o mano mais velho, mas não o mais acabado (olha eu querendo gerar polêmica, rs), resolveu, enfim, socializar o vasto material. Aqui, dois registros do aniversário do papai, no dia 24 de fevereiro, que me fez ir a Campos na quarta à noite, para retornar ao Rio na quinta de manhã. Bate-e-volta. Se bem que, no volta, nas mãos do meu 'motorista' Gilmar, a gente quase ficou no 'Bate'...rs Olha o caminhão! Apesar do susto, valeu!

02/03/2010

"Big Brother Brasil, um programa imbecil" *

Recebi por e-mail o texto abaixo, assinado por um cordelista consagrado, e achei que valeria a pena copiá-lo aqui.
O título: "Big Brother Brasil, um programa imbecil".
E apesar d'eu já ter até votado (apenas) pela internet, em edições passadas, e reconhecer o mérito da atração sob o ponto de vista de produção e, sobretudo, de edição, achei que a reflexão do cordelista faz muito sentido. Uma crítica que, a meu ver, pode ser estendida e aplicada à grande parte da programação televisiva que temos hoje – e que inclusive faz parte da discussão maior e insolúvel sobre qual deve ser o papel social (ou responsabilidade!) da televisão...
Antes de irmos propriamente à mensagem, que menciona várias vezes o nome de Pedro Bial, gostaria de expressar aqui a opinião de que não vejo ninguém melhor do que ele para estar à frente do BBB. Independente de qual seja a proposta do programa, Bial dá mostras diárias do grande comunicador de TV que é, esbanjando técnica, carisma e, felizmente ou não neste caso, credibilidade.
Eis aí as 25 demolidoras septilhas, estrofes de 7 versos:

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bobão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
E vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…

FIM

Salvador, 16 de janeiro de 2010.

* Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara, na Bahia. É autor de um dos mais recentes e estrondosos sucessos da Internet, o cordel "Caetano Veloso: um sujeito alfabetizado, deselegante e preconceituoso". Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vieram ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente. Graduado em Letras Vernáculas e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira. Seu terceiro livro de poemas, "Flores de Umburana", foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia. Possui incontáveis trabalhos em jornais, revistas e antologias, com mais de 100 folhetos de cordel publicados sobre temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos. Antonio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas, xotes e baiões.

02/02/2010

Das coisas que a Agência Notisa insiste em mandar pro meu e-mail...


Relação entre leucemia linfocítica aguda e radiação não ionizante ainda não está determinada
Estudos mostram vínculo pequeno entre a doença e a radiação, que precisa ser investigado em mais regiões do mundo, dizem pesquisadores.

Ah, tá!

28/01/2010

Não resisti...


Em recente festa de aniversário infantil, eu confesso e mostro aqui, não consegui controlar meus instintos. Me deixei levar pelas lembranças da minha infância, na qual o lobo-mau era o personagem mais freqüente e apavorante em meus pesadelos. Aí, eu já meio chapado, ele bem ali, na minha frente.... Sabem como é, aquele sorriso escancarado, de dentes afiados! Aquelas mãos peludas... Orelhas grandes, rabo volumoso... Não resisti e - vergonha Paulo Chico! - sentei no colo do bichano que, aliás, de pronto me agarrou. Mas, no fundo, no fundo, pareceu manso, manso. Eu adorei! Acho que foi bom pra ele também. Saudades, Mará. Me liga...rs

Parabéns!





Cliques, muuuito atrasados, do aniversário da Ione. A festa foi realizada na noite do dia 9 de janeiro, mas o aniversário mesmo foi no dia 10. Com a presença de quase todos - pra variar, faltou a Sabrina... - essa figura especial comemorou seus (!X&* aninhos... Bom, deixa isso pra lá...rs Bjs!