16/11/2009

Palmas, senhores!


Ando sem paciência pra novelas. Mas, quando chegou cedo em casa, ainda abro uma exceção pro meu xará Chico, o macaquinho da trama das sete. Hoje, mudando de canal, acabei por assistir ao último bloco de Viver a Vida. Sérgio, bem que você falou, hein? Como chora copiosamente bem essa Xica, quer dizer, essa Taís Araújo... Mas, apesar de ela estar muito bem na cena e na novela, pelo menos nessa fase pós-acidente, o motivo da minha estupefação, e deste singelo post de admiração, é mesmo a Lilia Cabral. Gente, que atriz é essa?!?

Isso é que é sereia...





Flagrantes de uma rápida noite de sábado. Mesmo meio troncho, com um princípio de ensolação, não resisti e dei um pulo no Casarão Hermê, na Lapa, só para dar um beijo na Gata! Gata? Não, não, abelhinha... Xiii, pensando e reparando bem, uma Sereia. E que Sereia, hein? Nas fotos, eu, fantasiado de 'apagão' ruborizado, com a aniversariante quase em meu colo (oh, glória!), com sua mamãe Juju (que, carinhosíssima, que me bajulou a noite toda) e no meio de uma galera muito, mas muito, do bem! Melissa, não vou gastar mais palavras aqui. A gente se entende só de olhar... Bjs!

15/10/2009

Eu e Elba, Elba e eu


Conforme prometido no aniversário da Ana, aí em cima está a foto que eu tirei com a Elba Ramalho na festa em homenagem ao Dia do Médico, realizada pela minha empresa no dia 13, no Canecão. Confesso que fiquei roxo de vergonha e o meu cérebro, inconscientemente. afastou o meu corpo do peito estilo "índia velha". Medo! Já está na hora de dar uma levantada e uma turbinada nas muxibas, hein, Elba?

Brincadeiras à parte, o show dela, para variar, foi maravilhoso. Um repertório cheio de sucessos e uma presença de palco extraordinária. Elba merece ser sempre aplaudida de pé! Destaque para a música que ela interpreta com Cézinha, o sanfoneiro bombado da sua banda, que a cantora está criando e pegando. Coragem, Cézinha... Muita coragem. Apesar das lindas pernas, a cantora de perto mete medo.

Quando estava na porta do camarim, tentando organizar os convidados já "altinhos" que queriam falar com a cantora, a Elba surgiu, olhou para mim e disse "Oi, tudo bem?". Depois me deu dois beijinhos. Eu meio sem jeito falei: "O show foi maravilhoso. Parabéns!". Preciso malhar mais para ter os braços bombados do Cézinha e começar a ser sustentado por cantoras "maduras" ricas que adoram garotões.

Ainda tive o privilégio de ganhar um autógrafo no CD que ela gravou ao vivo. Um momento muito especial que não vou esquecer.



Mas a noite ainda não tinha terminado. Não, não sai com a Elba. Pelo contrário, fiquei no Canecão até 1 da madrugada arrumando tudo com a galera do Marketing da empresa. O táxi de volta, passou primeiro em Santa Teresa, depois em São Cristóvão, para finalmente seguir para a Ilha. Salvador Scofano, nosso fotógrado oficial, que aproveitou a carona, foi puxar assunto com o taxistas. Fudeu! Foi dar confiança logo para aquele tipo de taxista que não para de falar.

E o pior que começou logo com um assunto polêmico: a proibição da Parada Gay em Duque de Caxias. Depois que saímos de São Cristóvão, o taxista encarnou a Sue Johanson, aquela velhinha que fala sobre sexo na GNT. E o pior é que em nenhum momento eu puxei assunto, dei confiança ou demonstrei interesse em escutar o que ele estava falando.

Se você que escutar um taxitas falando assuntos sexuais, à 1 meia da manhã, no meio da Linha Vermelha, ligue para a Ligue Táxi e peça o carro 055. Escutei tantas coisas malucas, em apenas 25 minutos de viagem, que, em vários momentos, achei que era o meu cansaço que estava fazendo eu ter alucinações. Mas era real, o cara era maluco mesmo. Fiquei mudo, sem reação. Vamos às pérolas:

1. O Eduardo Paes é gay! O filho do taxista é surfista e tem pelo menos quatro amigos que também são surfistas e que comem o prefeito. O prefeito tem vários michêzinhos de plantão.

2. Mulher não sabe dar o cu! Ele disse que nunca comeu bunda de homem, mas tem amigos (sei!) que já comeram e garantem que é muito melhor. Mas ele confessou que já foi chupado e foi melhor que mulher.

3. A puta de Copa! Ele disse que tem uma puta que mora em Copacabana que é a única mulher que sabe chupar bem. Ele até desconfiou que era travesti, mas fez o teste do dedo na genitália e viu que era mulher. Esse puta sempre paga as corridas com chupetas. Aliás, ele disse que várias mulheres fazem isso. Para completar, o taxista disse que ela já quis dar várias vezes a bunda, mas ele não quis. A explicação? Ele disse exatamente isso: "Sabe como é, né? Sou buceteiro, não curto muito cu". Sim, ele falou isso para um passageiro do táxi!

4. Experimente uma lésbica! Ele disse que a melhor transa de sua vida foi com uma lésbica. Como ele vivia dando em cima da namorada da sapata, a mulher propôs o seguinte: "Se você me comer, você para de dar em cima da minha namorada?" Ele aceitou e adorou. Disse: "Foi a mulher mais gostosa que eu comi!"

Tem coisas que realmente só acontecem comigo. Depois dessa, é melhor mesmo seguir as palavras da Elba Ramalho no autógrafo: "amor e paz!"

08/10/2009

Diário de um Cascão...


Sim, senhores. Ao longo da última semana, voltei a me identificar com o simpático e mal cheiroso personagem do Maurício de Souza. Me explico. É que (quase) todo mundo, ou melhor, a maioria dos meninos na pré-adolescência, lá pelos 12, 13 anos, passa pela fase Cascão. De malandrar no banho, molhar só o cabelo, dar uma enganada nas partes íntimas, disfarçar a suvaqueira e tocar o bonde em frente, não sem antes apelar pra uma boa dose de desodorante. Rebeldia, talvez. Porqueira na certa. Vivo uma espécie de 'recordar é viver', uma regressão psíquica. Um revival.

Desde quinta, 1º de outubro, quando cheguei de Fortaleza, estou sem água em casa. Na madrugada deste mesmo dia estourou um cano entre o 808 (bem acima do meu) e a cobertura. Resultado? Inundação pra todo lado, a começar pelo meu vizinho superior, é lógico. Inexplicavelmente, ou graças a meu santo forte, a torrente que fez os estragos naquele habitat sobre a minha cabeça escorreu direto pro outro lado, e danificou o 705, em frente a minha porta. E não só ele... Diante da irrefutável gravidade, também dançaram o 605, o 505, 405 e por aí foi. O meu apartamento, vítima preferencial, bem na mira, escapou ileso. Sem alagamentos. Nada foi danificado.

Mas... Aliás, por qual motivo na vida da gente sempre tem um 'mas'? Vocês sabem... Não existe almoço grátis. Aprovação sem provação. Milagres, sem promessas. Em todo bloco 08 foi fechada a coluna social, e preservada aberta a da área de serviço. Tchan, tchan, tchan! Na obra feita em minha humilde residência, pelos meus antecessores, a família da Islan, simplesmente foi extinta toda essa parte 'dos fundos'. Aquela história clássica de 'mata banheiro e quarto da empregada, reverte e cria mais um no social'. Bonito... Só que, com isso, enquanto os outros 08 tinham água pelo menos no kit serviçal banheiro de empregada/tanque/máquina de lavar, o 708 aqui ficou na seca. Sem uma gota d´água! Cês tão me entendendo? Tá dando pra acompanhar?

A verdade é que, mesmo mergulhado na merda, e sem poder ao menos me lavar, me senti envergonhado de reclamar qualquer coisa, tão logo vi o caos nos apartamentos atingidos. Vivi um dilema quase existencial. Seco ou molhado? Como me queixar da falta d´água nas torneiras se, ao mesmo tempo, lá no fundo, estava dando graças a Deus por minha casa estar assim, tão sequinha? De cara, algumas medidas práticas: viajar pra Campos no final de semana, não cozinhar nem ovo, economizar roupa. Nem desfiz a mala de Fortaleza... Previsão de conserto? Dez dias úteis. Na melhor das hipóteses, na outra sexta, dia 16. Começo a ficar preocupado. Penso em descer ao pátio do estacionamento nu, shampoo numa mão, condicionador na outra, cantando Vanessa da Mata. "O que a gente precisa é tomar um banho de chuva, um banho de chuva! Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai". Uma forma moderna e impactante de protesto, penso eu. Será que funcionaria?

A casa começa a ficar suja. Imunda. O banheiro é reconhecível no escuro, de luz apagada e olhos fechados, graças ao odor característico de rodoviária. Parece até que estou caminhando na Lapa... E o banho? Esse é um capítulo à parte. Pega o balde, enche a caneca, leva pro fogão, que é pra esquentar e fazer a mistura 'morninha'. Já pelado, no box, movimentos milimétricos e friamente calculados. Tudo programado. 30% da água pra cabeça, que já desce lavando boa parte do resto... 15% pra cada braço e suvaco, num arremesso certeiro. Nem pensar em errar a mira, hein! Os 40% restantes vão pros países baixos, região crítica, sobretudo para gordos. Eu sei, já perdi mais de 30 kg, mas ainda sou e, principalmente, me sinto um deles.

Temos lá nossas peculiaridades. Pensando bem, não só lá, mas também ali, aqui e acolá. Ah, o acolá! A Ana Cristina vai me entender. Temos dobras, muitas delas, que nos produzem recôncavos cegos, ocultos da nossa anatomia. Nossos pontos secretos são mais envergonhados, escondidos, camuflados... Não ficam, assim, escancarados, à mostra, dando as caras pra todo mundo! Além disso, não costumamos ser muito elásticos. Nossos contorcionismos, até mesmo pela rechonchuda massa corporal, são delimitados... Não conheço gordo que consiga enxergar um centímetro das costas, operação que os magros executam facilmente ao apoiar a cabeça sobre os ombros... Vira daqui, gira pro outro lado, pula, balança e se estica todo, como um gato angorá no sofá. Por vezes, minha higiene parecia até uma aula de RPG erótico!

Ao jogar a água no enxague da 'Caverna do Dragão', de baixo pra cima, identifico o som que levou algum sábio a batizar essa prática de 'banho tcheco'. A água bate por ali - isso mesmo, nessa região que essa sua mente poluída tá pensando - como uma espécie de chuveirinho desgovernado. Te dá um susto íntimo, quase um comichão, e cai no piso no box: tcheco um, tcheco dois! Atenção, jogada final: tcheco três! Ih, será que saiu todo o sabão ou, no final do dia, vou estar todo assado?

Fiz um apelo ao subsíndico, que é do meu andar e, agora há pouco, instalamos uma mangueira enorme, coisa de uns 20 metros, puxada do tanque do apartamento da frente. Posso, se quiser, andar por toda a casa com ela em riste, de tão grande! Uma espécie de gato. Uma ligação quase clandestina. Primeiro ato, tomar banho! Segundo, lavar o banheiro. Terceiro, lavar roupas. Por hoje tá bom! Menos Cascão, posso ir dormir feliz. A obra, na verdade, tá pronta, o cano foi trocado em tempo recorde. A dificuldade agora é fazer a ligação final e fechar tudo. Vale lembrar que, numa engenharia revolucionária, a reparação foi feita por fora do prédio. Estamos esperando um alívio da chuva, para que nosso bravo encanador possa subir e descer pela corda sem o risco de escorregar e despencar do meio do caminho...

De tudo isso, uma lição clara. Como a gente joga água fora! Logo ela, que é considerada uma das riquezas mais escassas e, por isso mesmo, valiosas do planeta. Se eu disser que, com uns três ou quatro baldes por dia, tomei banho, escovei dentes, dei tchau pro alien do vaso e ainda lavei uns copos e pratos, vocês acreditam? Ah, fiz até barba. E não andei por aí fedendo, não. Um pouco cascudo, talvez. Pobre, mas limpinho. Pelo menos, ninguém comigo reclamou... E quer saber o que mais? Chova canivete ou faça sol, a gente pode até perder o banho. O que não dá pra perder é o bom humor...

02/10/2009

Eu vou comer... seu bolo!

26/09/2009

E lá vou eu...

Pra Fortaleza, a trabalho, com uma bagagem imensa. Tô parecendo muambeiro do Paraguai, especializado em eletrônicos! Dois laptops, gravador, câmera fotográfica, filmadora com tripé... Já vi que vai ser uma ralação só, mas acho que será bem produtivo, sobretudo pela estreia do site EAD. Torçam por mim, amiguinhos. Vou lá e volto já, bem a tempo de provar da imperdível chuleta e da inenarrável maminha da Ana Cristina, que vai comemorar aniversário num rodízio. Programa light! Bem a nossa cara... Inté!

24/09/2009

O câncer nosso de cada dia...


Estava assistindo a um documentário sobre a doença que levou Patrick Swayze à morte, aos 57 anos, com uma cara de, pelo menos, 70. Que porra de mutação de células é essa? Por qual motivo ela ainda é tão devastadora e misteriosa, pra própria Medicina? Nunca fui fã desse ator. Acho legal Dirty Dance. Lembro de um filme de surf mesclado com tráfico, bem Sessão de Tarde, que ele fez com um quase adolescente Keanu Reeves. Ah, sim! Há ainda Ghost, que acho um pé no saco, um 'mela-cueca' do além...
Mas fiquei tocado com o programa, que mostra os pavorosos estragos causados por essa enfermidade. Câncer, sim, câncer! Eu digo, com todas as letras seu nome. Há quem não o faça, com medo de, sei lá, atrair tal mal... 'Ele, coitado, morreu daquilo', preferem alguns. Mas, como sempre digo, as coisas têm nome, e, ainda que doa, é preciso, necessário e saudável chamá-las por tal.

O que me impressiona, e pode ser só mais uma das minhas loucuras, é o efeito radical da doença no físico, que traz uma resposta quase sempre automática, e em sentido contrário, no espírito. Quem sofre de câncer, talvez por ver-se diante do inesperadamente grave, parece sempre apurar, ver reciclar a alma. Aproveitar pra aprender algo com aquilo. Louco, né? O Swayze, já bem mal, muito mal, parecia sereno, tranquilo... Conformado? Pode ser...

Por ignorância nossa, ou dos doutores, quem tem câncer, principalmente os muito específicos, como o de pâncreas do qual padecia o artista em questão, sofre com um preconceito ao contrário. Ao mesmo tempo em que toda a sociedade morre de pena, comenta-se, sempre à boca pequena, que o próprio paciente gerou aquela patologia. 'Coitado, não resistiu à separação!'. 'A morte do filho foi demais pra ele!'. 'Foi mandado embora e, dois meses depois, iniciou o tratamento...'.

Aos doentes de câncer, na nossa sociedade carregada de catolicismo e culpa, quase sempre é imputada a responsabilidade de terem provocado mal a si mesmos, de causarem a própria desgraça. Tanto faz se de modo inconsciente ou não - fumando, por exemplo. Saudável esse hábito de crucificação, não? E o que dizer das milhares de crianças que, muitas vezes, desde recém-nascidas, sofrem com quimio e radioterapias? Serão elas próprias culpadas pois, com seus 'grilos', encaminharam-se ao hospital? Quanta crueldade...

Será que o espiritismo explica isso? Talvez. Ou será ele outra fuga do inexplicável? Sinceramente, não sei se há religião ou ciência que desvende a parada. Nem sei se a cabeça da gente tem esse poder todo. Ela é foda, eu sei. Mas, será que é tão absoluta assim? Cada vez mais, acho que a gente chama muito do racional pra si próprio, e acredita menos do que deveria no involuntário, no imponderável. Na maioria das vezes, à vera, simplesmente não cabe a tradicional pergunta: por qual razão comigo? Ela não tem sentido. Não vem ao caso no acaso...

Isso tudo é pra dizer que, ainda, confio razoavelmente na minha cabeça.
Mas desconfio e ando tendo muito, mas muito medo, da cabeça dos outros...

23/09/2009

Homens são como aviões

Qual é o seu modelo?

O homem até os 20 anos: Avião de papel
Apenas voos rápidos, de curto alcance e duração.

Dos 20 aos 30: Caça militar
Sempre a postos, 7 dias por semana. Ataca qualquer objetivo. Capaz de executar várias missões, mesmo quando separadas por curtos intervalos de tempo.

Dos 30 aos 40: Aeronave comercial de voos internacionais
Opera em horário regular. Destinos de alto nível. Voos longos, com raros sobressaltos. A clientela chega com grande expectativa. Ao final, sai cansada, mas satisfeita.

Dos 40 aos 50: Aeronave comercial de voos regionais
Mantém horários regulares. Destinos bastante conhecidos e rotineiros. Nem sempre decolam no horário previsto, o que demanda mudanças e adaptações que irritam a clientela.

Dos 50 aos 60: Aeronave de carga
Preparação intensa e muito trabalho antes da decolagem. Uma vez no ar, manobra lentamente e proporciona menor conforto durante a viagem. A clientela é composta majoritariamente por malas e bagulhos diversos.

Dos 60 aos 70: Asa delta
Exige excelentes condições externas para alçar vôo. Dá um trabalho enorme para decolar e, depois, evita manobras bruscas para não cair antes da hora. Após a aterrissagem, desmonta e guarda o equipamento.

Dos 70 aos 80: Planador
Só voa eventualmente e com auxílio de reboque. Repertório de manobras extremamente limitado. Uma vez no chão, precisa de ajuda até para voltar ao hangar.

Após os 80: Modelo em escala
Só serve para enfeite.

22/09/2009

Precursora das cotas raciais

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Ladeira abaixo

Peço desculpas aos tricolores, mas essa queda para a Segundona é vergonhosa para qualquer time. Sei que não posso falar muito já que o meu próprio time caiu no ano passado. Mas pelo menos o Vasco, até a última rodada, tinha esperança e podia se safar do rebaixamento. Já o Flu... O time precisa vencer 10 dos próximos 13 jogos que restam para fim do campeonato. Uma missão praticamente impossível para uma equipe que só venceu 3 dos 25 jogos já realizados no Brasileirão. O Fluminense tem apenas 18 pontos e está na lanterna desde o início do campeonato. Para se ter uma ideia do péssimo desempenho, o Fortaleza, último colocado da Série B, tem 23 pontos e seis vitórias. Ano que vem a Segundona receberá mais um carioca, mas sem a companhia do Vasco, que esse ano vai subir. Bye, bye, Pó-de-arroz!

Um comentarista da Band definiu perfeitamente a situação: o Fluminense é o Michael Jackson do futebol. Já morreu, mas vai demorar dois meses para ser enterrado.